E se faltar quem faz andar a empresa?
Numa empresa pequena há sempre alguém que sabe tudo: os clientes, os preços, os fornecedores, o banco. Se essa pessoa faltar — de um dia para o outro, por morte ou doença grave — a empresa não pára só de trabalhar. Fica sem quem decide, e sem dinheiro para aguentar o tempo que leva a reorganizar-se.
96% das empresas em Portugal têm menos de 10 pessoas ao serviço (INE/PORDATA, 2025). Numa equipa dessa dimensão, uma ausência não se dilui — sente-se toda no mesmo dia.
Como funciona o Seguro Homem-Chave
É um seguro de vida em que a empresa é a beneficiária. A pessoa segura é aquela de quem o negócio depende — o sócio-gerente, o comercial que traz as obras, o técnico que ninguém substitui. Se ela faltar, o capital entra na empresa.
Para quê? Para comprar tempo: pagar salários e fornecedores enquanto a faturação cai, amortizar créditos, recrutar e formar quem substitui, ou comprar a quota aos herdeiros sem descapitalizar.
O que fica coberto
Morte, por qualquer causa
Invalidez absoluta e definitiva
Invalidez total e permanente a 60%
Doenças graves
Um exemplo concreto
Sócio-gerente de 46 anos, 50.000 € de capital, 10 anos, com invalidez a 60% e doenças graves: 177,11 €/ano — menos de 15 € por mês.
Simulação Real Vida de 02/09/2026; o valor depende da idade, do capital e das coberturas de cada caso.
Quanto à fiscalidade: os prémios podem ser aceites como gasto em IRC ao abrigo do art.º 23.º do Código do IRC quando o contrato está ligado à atividade da empresa. O enquadramento depende de cada caso — confirme com o seu contabilista.
Fazemos a simulação para o seu caso, sem compromisso. Contacte-nos.
